terça-feira, 26 de outubro de 2010

Mas porque.... parvoice que ate irrita...




Bem hoje fui confrontado com uma novidade sobre uma colega minha. A continuação de uma estupidez, para mim, que ate me irrita. Literalmente, é tão parvo para mim as pessoas não pensarem 2 minutos antes de se atirarem para coisas que pode mudar a vida toda que irrita-me mesmo.

Mas voltando a historia: aqui a uns meses vim a saber que uma colega minha tinha-se apaixonado por um amigo. Ate ai tudo bem, queremos sempre a felicidade dos outros ( neste caso.. who cares?..).
Passado pouco tempo, nova novidade: ia comprar casa com o namorado... e eu pensei eh la... então começaram a namora a 1 mês e vão comprar casa, pedir empréstimo, etc etc etc... Isto vai correr mesmo bem... Serio... O que passa na cabeça das pessoas? Algo tipo:

Gaija: Bora vivermos juntos? Mas tipo não vamos alugar uma casa, que piroseira... Vamos comprar uma!!! O nosso amor é lindo.


Gaijo: Boa ideia!!!! Vamos nos endividar o resto da vida, apostar na nossa relaçao que começou a 1 mês e vamos viver juntos, mesmo sendo quase completos estranhos, porque o amor é lindo, e nada nos vai separa!


Pimba!!! Passado 4 meses o que passou? Difícil de prever? Pois se calhar não... Separaram-se... A serio, tanta parvoíce ate doí... mesmo!!! Será que ninguém parou para pensar: eh la se calhar devíamos primeiro nos conhecer, alugar uma casa, ver como nos dávamos antes de ficarmos a pagar 400€ durante.. vah... 50 anos?!?!?!?

Porque que as pessoas são assim? Podem me responder é o amor... Epah o amor o catano... Mudanças deste tipo têm que ser pensadas e repensadas a serio. Uma coisa é namorar e tal, outra é passarem a viver juntos... Se calhar sou demasiado realista... ou então não... O que voces acham?

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Alguem me explique sff...

O porque da forma como se cumprimenta uma mulher... encosta-se o rosto e dá-se beijos no ar... é tipo uma simulação de carinho, mas para o ar, porque muitas vezes nem temos confiança nas pessoas que cumprimenta-mos mas encostamos a cara...

Isto torna-se mais chato ainda se formos uma mulher... tem que se cumprimentar tanto homens como mulheres com o tal beijo no ar e o encosto de face... Este pensamento começou quando no local de trabalho uma colega foi apresentada a equipa, que são para ai 15 pessoas e teve que dar no mínimo 30 beijos no ar enquanto encostava a face em pessoas que nunca tinha visto.

Onde será que isto começou? alguém sabe? qual será o sentido de dar beijos no ar? deveras estranho... Sim vocês devem achar que tenho demasiado tempo livre nas mãos :P

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Oh nesta vida... a saudade de estudante....

Pois é... chegou finalmente o fim a minha vida como estudante... e a tristeza que isso me traz... Sempre fui adepto e defensor de tudo o que a vida e o espírito académico representa e é muito triste ter que deixar isso para trás.




Uma das mais belas serenatas de sempre e que representa tudo o que me vai na alma.


É com saudades que olho trás e vejo tantas e grandes recordações... As aulas a que eu não ia para jogar cartas... os companheiros e as nossas longas conversas.... as horas passadas em laboratórios na universidade a amaldiçoar os professores e os seus trabalhos... as saídas com os colegas.... o ínicio de todos os semestres a dizer "este é que é"... as tradições académicas... ahhh essas!!

(Infelizmente) entrei para uma universidade onde essas tradições eram praticamente zero, onde usar traje era visto como algo estranho, onde se eu perguntava se tinham ou iam comprar toda a gente me respondia "...mas para que?!..."

Talvez por essa falta de espírito académico e a apatia sobre as tradições académicas que me fez entrar na estudantina (não, não é tuna, existem tunas e estudantinas sendo a diferença basicamente que estudantinas são mais baseadas em estudantes da instituição no activo) da minha universidade. Foram belos tempos com muita coisa boa (e como é óbvio muita má também). Foi um sitio que considero que cresci um pouco, e aprendi a olhar para as pessoas de uma forma mais adulta.

Claro que estudantina/tuna é sinonimo de parvoíce e claro todos nós fizemos a nossa cota parte :) mas penso que me preparou mais para a vida. E não esquecer bebedeiras claro :P nunca tinha bebido tanto como lá e lá aprendi a gostar da bebida dos pobres: cerveja.

Nunca me esquecerei da minha primeira actuação como estudantino (onde passamos oficialmente a pertencer a estudantina com o nível de caloiro, antes somos projectos somente). Foi num festival na madeira, fomos numa terça e voltamos num domingo. Foi um festival em grande, muito agreste para primeiro festival acreditem... mas foi neste festival que vi o que era unidade de caloiros (e como alguns veteranos eram c@brões). A minha primeira actuação foi em Câmara de Lobos, numa serenata. Tocamos uma das nossas serenatas, a gaivota, a minha canção preferida de entre todas as nossas e ao cantarmos senti algo que não posso dizer que tenha sentido muitas vezes... Senti uma alegria enorme, algo que não sei explicar... olhar para aquele grupo a cantar aquela musica linda... senti lágrimas a escorrer pela cara, algo que acreditem não é fácil...




Gaivota

São estes o tipo de sentimentos que sinto que perdi... são as horas e as festas passadas na minha e noutras universidades, muitas horas e festas na Egas Moniz, passagens pelas queimas de Coimbra e Évora....

Mas este ultimo ano trouxe-me uma alegria que a muito esperava mas não tinha havido oportunidade e que eu já considerava impossível. Estar em palco com a estudantina em Évora. Foi uma sensação boa voltar estar em palco e principalmente naquela que considero a minha segunda cidade e por ter sido chamado a palco pelos meus antigos companheiros, num cenário digno de todas tradições associadas à universidade, os claustros da universidade de Évora....

Enfim.... recordações que se calhar nem muita gente se relaciona. Tirando uma pessoa que me acompanhou e me ajudou sempre ao longo do meu percurso. Muito obrigado do fundo do coração Dona OhNestaVida, sem ti tudo seria muito diferente. Obrigado por me aguentares nas horas difíceis e por estares comigo nas melhores.

Com isto dito fecho aqui este capitulo da minha vida, com grande pesar, mas com grandes memorias e grandes lições. Desculpem pelo post mais pesado.